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June 12 ATAC continua na lutaA passagem do Tgv por terras de Císter é contestada por muitos. Mas um grupo de cidadãos, já bem nosso conhecido pelas sessões de esclarecimento que organizam, pela bem fundamentada contestação entregue a diversas entidades, não baixa os braços. Bravos cidadãos que, na defesa de todas as vertentes do nosso património, não poupam esforços em pesquisas e a alertar a população para os perigos desta passagem do comboio de alta velocidade. Aljubarrota tem muito a agradecer a estes cidadãos. Mas o esforço deles não tem sido em vão: o deputado Bruno Dias, da bancada parlamentar da CDU, depois de ler a argumentação da ATAC e de ter estudado o dossier, fez questão de perceber melhor o problema. Contactou a ATAC que lhe respondeu a todas as dúvidas por ele levantadas
e esteve no terreno onde constatou tudo o que estava a ser posto em causa a nivel de património histórico, ambiental, social, etc.
perante o que viu e ouviu disse ao grupo que quando estivesse com o Ministro Mário Lino (na semana seguinte á sua visita)lhe colocaria algumas questões, informando-o que o que aqui está é muito importante preservar. Gosta de saber o que defende, daí ter vindo cá para os ouvir e visitar a zona tão polémica. Pediu-lhes para o irem informando do que viessem a fazer, pois, segundo ele: cabe a todo o cidadão defender o meio ambiente.
Logo de seguida, a ATAC foi recebida pelo dignissimo bastonário da Ordem dos Advogados (e muito bem recebidos, ao contrário do que aconteceu em Alcobaça em 14 de Dezembro passado) que se mostrou sensivel aos argumentos apresentados. De estranhar é, no entanto, o facto de deputados do grupo parlamentar do psd terem visitado a Benedita e Turquel e terem contornado a rotunda sem passarem por Aljubarrota. Pois, por aqui não há investimentos avultados a preservar…. LD May 26 homenagem a Luis da Graça e inauguração da estátua do CabouqueiroMeus amigos
Dado que estamos a falar de um jovem empresário de 77 anos, com uma vida repleta de histórias e benfeitorias, não nos é possivel apresentar, em tão curto espaço de tempo, a história da vida dele.
Do mesmo modo, e porque o cabouqueiro também é vasta, vamos preparar o trabalho para divulgação posterior.
Não queremos deixar de vos mostrar as imagens dos eventos que ocorreram no dia 25 Maio 2008 na Ataija - podem vê-las no nosso módulo de imagens.
Obrigado pela compreensão
LD May 20 OS MEUS DIASMe levanto com a Aurora,
Tomo o café com a Esperânça,
Vou passear com a Alegria,
Para que passe assim um bom dia.
Regresso a casa com Ansiedade,
De ir almoçar com a Felicidade,
E à tarde sair com a Paixão,
Vou jantar com a Tristeza,
Me deito com a Trindade,
Adormeço com a Solidão,
Dando assim sossego ao meu CORAÇÃO.
ChicoDias 11-11-06 May 15 Pedido de desculpas e rectificaçãoPor lapso, no artigo sobre a reabertura da Associação Brites de Almeida, referi o nome de João Faustino como elemento da direcção. O nome deste homem que tanto trabalhou para que isto fosse possivel chama-se JOSÉ FAUSTINO. Aqui fica o meu pedido de desculpas e o muito obrigado dos sócios pelo seu contributo ALERTASão já inúmeros os habitantes das freguesias de Aljubarrota com queixas sobre os roubos que se têm vindo a verificar nas nossas freguesias. Fios eléctricos, torneiras, etc, enfim, tudo o que possa render “uns cobres com o cobre”. Desta vez a ladroagem elegeu a Fonte do Truil para roubar as torneiras de cobre (cerca de 8, segundo nos afirmou Amilcar Raimundo, presidente da freguesia). Não satisfeitos com o que tinham feito, “estes amigos do alheio” decidiram servir-se do próprio local para fazerem fogueiras onde separam o cobre dos restantes materiais envolvidos. Já me parece altura de estes jovens começarem a trabalhar e não andarem a roubar o pouco que quem trabalha consegue ir tendo nas suas fazendas e locais públicos. Já é com muito esforço financeiro que as juntas de freguesia (com parcos subsidios) conseguem fazer a manutenção destes espaços. Também apelo às autoridades que façam rondas em locais onde sabem que é normal eles actuarem (até porque as queixas são quase sempre nos mesmos locais) Posto de atendimento de AljubarrotaTal como havia sido prometido pelas juntas (e por nós anunciado) o posto de atendimento dos correios foi inaugurado no piso térreo da sede das juntas, no dia 20. As juntas procederam a obras com o fim de disponibilizarem um espaço que permita o acesso fácil de idosos, doentes e deficientes aos serviços dos correios.O dia da inauguração também me parece muito bem escolhido: foi o dia em que se comemoravam 15 anos da elevação de Aljubarrota a vila (prometo fotos para a próxima edição S. JoãoA comissão de festas cessante, por impossibilidade de proceder à entrega das chaves à comissão nomeada para dar seguimento aos trabalhos esta temporada, decidiu reunir com o pároco e o presidente da freguesia, no intuito de entregar a chave e tentar uma solução. No entanto, e porque es festas populares e religiosas não devem acabar, um grupo de festeiros da comissão cessante tomou a seu cargo a organização da próxima festa em honra de S. João, bem como se propôs a tomar conta do salão – mais uma prova de boa-vontade de alguns em prol de todos. AvisoEstão abertas as inscrições (na câmara municipal) para a participação de feirantes na Medieval de Aljubarrota, que este ano se irá realizar entre os dias 14 e 17 de Agosto. noticias das juntasA junta de freguesia de Prazeres mais uma vez decidiu apoiar eventos ,como é o caso da Trial organizada pelo A.M.A.D.O. (que também foi apoiado pela junta de S. Vicente), as obras realizadas pela associação de Chiqueda no campo de futebol e a recuperação do moinho da Mãe D’água (Chiqueda), esta última a cargo da Associação Amigos de Chiqueda, com donativos e materiais. (Bem, isto começa a já não ser notícia, não é? Esta junta está sempre presente em tudo o que é preciso e válido para o desenvolvimento da terra...) April 30 Colectividade Brites de Almeida reabre portasApós ter estado algum tempo fechada, a colectividade Brites de Almeida, em Aljubarrota, abriu, de novo, as portas ao público no dia 1 de Maio. Talvez este dia tenha sido escolhido por ter havido um grupo de gente de trabalho que tudo fez para não deixar fechado este importante espaço de convívio. O salão principal foi pintado, o equipamento mudado e, até o horário de funcionamento foi alterado (passa a estar aberto das 11h ás 15h e das 17h às 23h). Para este horário de funcionamento foi criado um novo posto de trabalho. As obras de limpeza e restauro foram asseguradas pelos elementos da direcção e esposas e apoiadas por um anónimo (com a doação de 500€) e pelas duas juntas de freguesia (um balde de tinta cada uma). A direcção é composta pelos seguintes elementos: Presidente: Jaime Ferreira Vice-presidente: Nuno Sousa 1º secretário: António Ângelo 2º secretário: António Luís Pereira tesoureiro: João Mariano Na Assembleia-geral: Presidente: António Machado Vice-presidente- Vítor César Secretária: Emília Cordeiro Como vogais estão: Joaquim Carreira, José António Almeida e Nuno Patrício No conselho fiscal: Presidente João Manuel Carvalho Secretário: Paulo José Gomes Como suplentes: Cidália coelho, António Barata dos Santos, José Júlio Alves, Jorge Humberto Coelho e Ana Sofia Pascoal
Será bom recordar que este grupo vai ter uma pesada missão dada a complexidade da obra a que anteriores direcções se propuseram fazer e que tem estado parada. Para além de desejarmos um bom trabalho a este grupo, aproveitamos para fazer aqui um apelo: aos sócios que, por qualquer motivo, se esqueceram de colocar em dia as quotas – por favor façam-no porque só com a colaboração de todos a colectividade poderá dar seguimento à obra
ChiquedaPessoal, já é possível circular na Rua Principal, sem andarmos a tentar encontrar um pedacinho sem buracos! Os nossos pobres carritos agradecem à junta de Prazeres! February 08 Nova ponte sobre o Tejo CDS-PP e PSD lamentam que estudo pedido por Mário Lino ao LNEC não englobe o TGVO CDS-PP defende a realização de um estudo "aprofundado" do traçado do comboio de alta velocidade (TGV) depois de o ministro Mário Lino ter pedido uma avaliação comparativa sobre a nova travessia do Rio Tejo. TGV: Comboio que rasga passagem é "vizinho indesejado" para moradores de Pombal e Alcobaça
6 de Fevereiro de 2008, 14:54 ** Paulo Jorge Agostinho (texto) e Paulo Novais (fotos), Agência Lusa ** Leiria, 06 Fev (Lusa) - A futura linha do TGV entre Alenquer e Pombal é vista como uma "intrusa" e uma "vizinha indesejada" para quem passará a ter o comboio à porta das suas casas. Em Pombal, uma capela, uma escola, uma exploração de caulino e várias casas estão em risco. Tudo depende da linha do mapa aprovado a traçar no terreno pelos engenheiros, a qual pode afectar até o cemitério de Almagreira. O receio é do presidente da Junta de Freguesia de Almagreira, Fernando Matias, que, hoje, à Agência Lusa, admitiu que as movimentações de terra a fazer junto à linha irão afectar todos aqueles equipamentos. "Nem os mortos escapam". O desabafo é de Celeste Cordeiro, moradora em Assanha da Paz, que poderá ver a linha ferroviária de alta velocidade nas traseiras da sua casa, nos campos onde agora tem uma pequena horta. A linha de alta velocidade não pode ter inclinações superiores a dois graus e qualquer curva tem pelo menos cinco quilómetros de extensão, pelo que a margem de tolerância é mínima e os moradores já começam a saber disso, seja pelas Juntas de Freguesia, seja pela consulta do processo de avaliação de impacto ambiental. "Dizem que aqui vai haver um aterro grande que rebenta com estas casas", disse à Agência Lusa Fátima Gomes, moradora em Barros da Paz, um pouco a norte da Assanha, e que vê com apreensão a possibilidade de perder a habitação onde vive. "Os engenheiros já vieram aqui fazer medições, mas nunca nos disseram nada. Anda uma pessoa a gastar uma vida a fazer uma casa e agora, por causa de uns tipos de Lisboa, ficamos sem nada", afirmou Fátima Gomes, prometendo sair da vista da alta velocidade. "Se o comboio passar aqui, vou para longe... Não quero saber mais nada disto", assegurou, olhando desanimada para a sua casa, construída há poucos anos de onde quase dá para ver o mar. Para que a linha seja construída, serão feitas muitas movimentações de terras e várias obras de engenharia, um esforço que o presidente da Junta da Almagreira, Fernando Matias, considera ser "exagerado" para o retorno do novo meio de transporte. Mais a sul, em Alcobaça, estão contabilizadas duas dezenas de casas que serão destruídas para que se poupe no tempo gasto de comboio entre as duas maiores cidades do país. "Mas eu até nem costumo ir a Lisboa ou ao Porto, para que é que eu quero um TGV à porta?", perguntou Ângelo Alexandre, morador na Moita do Poço (freguesia de Turquel) que verá o comboio levar-lhe a oficina de automóveis, mas deixando-lhe a casa onde vive. "Sé é para tirarem, ao menos que levem tudo para eu também tirar daqui a ideia", defendeu este ex-imigrante em França em declarações à Agência Lusa, contestando a proposta de uma linha ferroviária de alta velocidade para aquela zona. "Se a querem construir, façam-na ao pé da auto-estrada, não aqui", acrescentou. Adelino Dinis não vai perder uma casa, mas sim três: aquela onde vive, a que era dos pais e uma que era de um tio. "É preciso pontaria". Entre um sorriso conformado e palavras de revolta, Adelino Dinis disse que vai ficar melhor do que os vizinhos, que conhece desde garoto. "Antes sair daqui do que ter esta coisa aqui ao lado e ter de viver com ela". Quem também não está contente com o TGV é João Felizardo, que adquiriu há poucos anos uma casa antiga e restaurou-a com "todo o carinho e mimo". "Tenho apartamento na Benedita mas decidi comprar isto para ir fazendo e restaurando a meu gosto. Mas agora já não sei o que fazer", lamentou este empresário de 53 anos. Só no portão centenário, João Felizardo gastou "milhares de euros", a que se somam as pedras de lagares compradas em aldeias e toda uma panóplia de alfaias tradicionais que transformaram a casa térrea num pequeno museu à herança cultural local. "Eu escolhi isto pelo sossego e agora vou ter um TGV à porta. Quem é que queria uma coisa destas?". Uns metros em direcção a Lisboa, já na freguesia vizinha da Benedita, os ânimos estão também ao rubro e os moradores prometem lutar com todas as armas contra uma linha indesejada, até porque obedece a critérios ambientais incompreensíveis para muitos. "Eles fazem o desvio dos morcegos em Rio Maior, mas vão destruir a Ribeira do Mogo na Chiqueda, que é uma coisa única", alertou Joaquim Sousa, morador na Charneca do Casal do Guerra, que vai ter a linha junto ao limite da sua casa. "Isto não faz sentido e eu ainda espero que alguém ponha a mão na consciência, porque podiam desviar a linha mil metros para o sopé da serra que não atingia ninguém", aconselhou. Já a sua irmã, Maria de Sousa, vê o futuro mais negro e verá a sua casa destruída pelos comboios que vão unir Portugal a Espanha e ao resto da Europa. Curioso é o facto do moinho que Maria Sousa restaurou ser uma das peças a preservar pelos técnicos da Rede de Alta Velocidade (RAVE), que definiram o corredor, enquanto a casa onde vive será destruída. "Nunca ninguém me deu dinheiro para arranjar o moinho. E agora é ele que fica e eu é que tenho que me ir embora", afirmou, desiludida. Perante a posição, aparentemente irredutível, dos técnicos, o seu sobrinho, Luís Sousa, dá uma receita que, acredita, até pode dar resultado: "Vamos todos de comprar moinhos velhos e encostá-los às nossas casas. Pode ser que, assim, elas se salvem".
Lusa/Fim January 31 Petição Colectiva - TGV (LISBOA-PORTO???)- A Oeste da Serra dos Candeeiros, NÃO!A petição que abaixo segue poderá ser assinada nas juntas de freguesia de Prazeres de Aljubarrota, S. Vicente de Aljubarrota, Alpedriz, Cós, Évora de Alcobaça, Benedita, Pataias e Turquel, bem como em colectividades e cafés das mesmas zonas.
EXMº SR PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA PETIÇÃO COLECTIVA
TGV (LISBOA-PORTO???) A OESTE DA SERRA DOS CANDEEIROS, NÃO
NOS SEGUINTES TERMOS E FUNDAMENTOS
os cidadãos portugueses subscritores são essencialmente residentes no Concelho de Alcobaça e em particular nas seguintes freguesias: Prazeres de Aljubarrota, São Vicente de Aljubarrota, Alpedriz, Benedita, Cós, Évora de Alcobaça, Pataias e Turquel.
Através da empresa pública RAVE - Rede Ferroviária de Alta Velocidade, SA, encontra-se prevista a passagem do projecto ferroviário de alta velocidade, vulgarmente designado por "TGV", no Concelho de Alcobaça, mais especificamente nas freguesias acima referidas.
A concretizar-se a aludida passagem, esta causará gravissimas consequências na qualidade de vida dos Alcobacenses, impactos ambientais e urbanisticos nefastos e irreparáveis.
Aliás, entre outras, são preocupações da declaração de impacto ambiental do projecto de ligação ferroviária de alta velocidade entre Lisboa e Porto, Lote C1 - troço Alenquer (OTA) - Pombal, as implicações ambientais no Património Geológico, no Parque Natural de Serra de Aires e Candeeiros, no sistema do Vale da Ribeira do Mogo (em via de classificação como paisagem protegida pela CMA), no campo de dolinas na Lagoa do Cão bem como nas depressões da Ataíja, nos recursos hidricos, na ecologia da fauna e da flora, no ruído na paisagem e no ordenamento do território destas populações.
De igual modo, a passagem do TGV no Concelho de Alcobaça, influenciará, condicionando drásticamente, a qualidade de vida das populaçõesjá que, inúmeras habitações e empresas terão de ser demolidas, bem como outras terão de subsistir junto a uma linha de alta velocidade, que desvalorizará de forma acentuada os terrenos e habitações.
As populações em causa, ao contrário de outras, não beneficiaram directamente da rede rodoviária (A1) e já foram oneradas penosamente, em nome do bem comum, com linhas de alta tensão e eplo Gasoduto, o que implica enormes constrangimentos ao seu desenvolvimento.
impor-lhes mais um sacrifício, com esta dimensão "por força do bem Nacional" determina definitivamente uma barreira intransponível que aniquila o ambiente, divide físicamente populações, famílias e o livre acesso às propriedades.
Nenhum interesse nacional legitima tamanha e cumulativa injustiça que destói a "alma" das Freguesias afectadas, sendo que é um dos eixos mais populosos do Concelho de Alcobaça, modificando a sua essência e a relação sentimental destas com o seu habitat natural.
Afectará a história, a cultura e a vida das gerações que, legaram ao presente um futuro, agora posto insensatamente em causa.
A manter-se o traçado projectado a Oeste da Serra dos Candeeiros, toda esta zona será devassada, amputada na sua coesão e coerência territorial e humana, destruindo a relação entre a Serra e o Homem. Está também colocada em causa a área com maior relevo e potencial industrial e comercial do Distrito de Leiria.
Os subscritores peticionantes não se conformam com este traçado, nomeadamente porque até hoje ainda não foi cabalmente explicado pela RAVE o cancelamento do estudo do Lote C2 (em 23/6/2004) que previa a passagem do TGV a Este da Serra dos candeeiros.
Efectivamente, também a mudança de localização do aeroporto internacional para Alcochete reforça a necessidade de se efectuar o estudo inicialmente previsto pela RAVE para a passagem do TGV a Este da Serra dos Candeeiros - denominado pelo Lote C2. Consideramos que a nova localização Aeroportuária, determina necessáriamente a exiquidade deste traçado que permtirá a redução do tempo de viagem, com menores custos económicos e ambientais.
O traçado (Lisboa-Porto) a Este da Serra dos Candeeiros, terá maior racionalidade, não só por força da decisão da localização do novo aeroporto, mas também pela menor densidade populacional bem como da aproximação da eventual Estação (Leiria) a um dos maiores pólos de atracção turística do país (Fátima): Penalizar, mais uma vez, uma zona de superior densidade populacional e não aproveitar o fluxo do turismo religioso é inaceitável.
As Populações do Concelho de Alcobaça há muito que reivindicam a modernização da linha do Oeste. Os susbscritores entendem que essa é uma necessidade ferroviária premente, em detrimento de uma rede ferroviária de alta velocidade que não serve as necessidades das Populações de Alcobaça e do Oeste, e que somente causam impacto negativo na sua qualidade de vida.
Para além do mais os subscritores têm seríssimas reservas da efectiva necessidade da Ligação do TGV - Lisboa - Porto, solicitando à Assembleia da República que discuta e intervenha no sentido de se apurar se a relação custo/benefício é adequada à realidade Nacional.
Questionamos se um reduzido ganho temporal inter-cidades, legítima os custos e as consequências no contexto do ordenamento do território.
Assim, ao abrigo do artigo 52.º da Constituição da República Portuguesa e nos termos da Lei 43/90, de 10 de Agosto, vêm os subscritores apresentar a Vª exª a presente petição, solicitando a intervenção da Assembleia da República de forma a discutir e tomar as medidas necessárias no sentido do traçado de alta velocidade (Lisboa - Porto "TGV") passar a Este da Serra dos Candeeiros, tomando-se em consideração o traçado alternativo Lote C2 já equacionado pelos serviços da "RAVE" que inoportunamente foi cancelado por esta empresa.
No mais que discuta e analise profundamente a efectiva necessidade da Ligação Lisboa - Porto em Alta velocidade ferroviária "TGV", verificando-se a relação custo/benefício de tão avultado projecto na sua vertente económica, ambiental, ordenamento territorial e qualidade de vida humana.
Alcobaça, 28 de Janeiro de 2008
O primeiro subscritor, Paulo Jorge Marques Inácio
Nota: - Desta petição são suscritores ----------------cidadãos January 28 ATAC- sempre na defesa de AljubarrotaFoi com imenso prazer que conheci as pessoas que integram o Amigos da Terra por Amor à Camisola. Sessão de Esclarecimento Ambiental TGV no concelho de Alcobaça Dia 9/2/08 – 15 horas e 30 m No salão de Ataíja de Baixo.
Temas a abordar:
Os nossos solos, aquíferos, fauna, flora, arqueologia, antropologia, história, entre outros.
Vão estar presentes:
ADEPA : Associação para Defesa e Valorização do Património Cultural Arqueológico da Região de Alcobaça.
SILEX : Associação de Defesa e Requalificação o do Vale da Ribeira do Mogo
Eng. Ambiental :
Eng. Florestal :
Espeleólogo :
Professor de história:
OIKOS : Associação de Defesa do Ambiente
QUERCUS: Associação Natural da Conservação da Natureza
PNSAC : Parque Natural da Serra de Aires e Candeeiros
"Gostaríamos que as Escolas estivessem presentes, a fim de usufruir dos conhecimentos destes especialistas, para que juntos possamos respeitar o ambiente que nos cerca. A Natureza é de todos nós. Cabe a ti, a mim e a todos respeitá-la ".
Esta reunião é organizada pelo Grupo A.T.AC. – (Amigos da Terra por Amor á Camisola) a fim de esclarecer toda a população do concelho de Alcobaça sobre o problema da passagem do TGV e elaborar a sua Petição para a Assembleia da República. January 16 Alcobaça - terra de paixão - para quem?Começo por pedir desculpas a todos os amigos e visitantes dos meus blogs por esta minha ausência. Esta deve-se, em grande parte, a compromissos profissionais e, também, confesso, a uma grande desilusão pela apatia que o povo demonstra face ao modo como o nosso concelho vem sendo governado. Eu não sei se a maior parte da população está desatenta, apática ou apenas desiludida com os aproveitamentos políticos que vão sendo feitos em torno de problemas muito sérios para o nosso concelho e, até mesmo, para toda a região oeste. Apenas sei que tudo é permitido, que se vão batendo com as portas a determinadas negociações, que a ditadura, a censura e a falta de educação se instalaram aos mais altos níveis políticos e autárquicos nesta zona e que as pessoas só se movem por interesses pessoais. Muitos podem achar que isto é pura má língua, mas não é!:
Quem teve a ideia de colocar pendões com as casas, terras e vilas de Alcobaça á venda por causa da passagem do tgv? – foi a ATAC! Quem promoveu sessões de esclarecimento sobre os problemas deste rasgar do concelho? – Foi a ATAC! Quem teve a ideia de se fazer uma petição a ser entregue no parlamento sobre este assunto? – Foi a ATAC! Quem tem feito esforços para contactar especialistas em diversas áreas (história, comunicações, ambiente, espeleologia, arqueologia, sociologia, etc) para elucidar a população? – Foi a ATAC!
E quem aparece na comunicação social como sendo o pai da contestação? – o porta-voz de um movimento que se diz anti-tgv de Alcobaça.
Epa, eu acho que já vi este filme antes – só passa para a comunicação social o que der jeito aos governantes e aos que pretendem vir a sê-lo, um dia…
Vou lançar-vos um passatempo – adivinhem quem são as seguintes personagens do nosso TEATRO POLITICO: 1. Há um presidente de junta que ambiciona ser o nº 2 da câmara municipal 2. há uma cavalheiro que pretende protagonismo para, nas próximas eleições puxar o tapete ao sapinho 3. há um outro senhor que vai lendo as noticias nos jornais, talvez para saber mais sobre o Brasil e sobre a necessidade de voltar a ir dar uma volta com a sua mala de cartão 4. há um outro que ambiciona ficar com o lugar que, hoje, é daquele que quer puxar o tapete do sapo 5. e ainda há o outro que por ser vice-qualquer coisa também ambiciona o lugar do sapo
Todo este texto é única exclusivamente, não só da minha autoria como também da minha responsabilidade December 03 IMPORTANTE - LEIAM E DIVULGUEM!Foi convocada pelos membros do grupo A.T.A.C. (Amigos da Terra por Amor à Camisola), todos eles residentes nas freguesias de Prazeres e S. Vicente de Aljubarrota, a seguinte MANIFESTAÇÃO: December 02 ACORDEM E LUTEM!Há momentos em que eu adorava ser um belo sino de igreja. Sabem porquê? Para tocar até cansar e acordar as gentes de Alcobaça. Será que estão todos egoistamente a pensar nas suas vidinhas, nas telenovelas e no futebol que não abrem os olhos para o que, de facto, é importante para preservar o nosso passado deixando-o intacto para o futuro? Já se deram ao trabalho de pensar que o TGV só vai servir os grandes interesses económicos e não as populações? E já pensaram porque é que Portugal passa a vida a curvar-se aos interesses de Espanha? E porque é, de cada vez que há uma questão importante para resolver, em Alcobaça, se arranjar logo uma feira, uma festa, ou qualquer outro evento para desviar as atenções dos que vão ser lesados?
ACORDEM! Estão a ser seriamente comprometidos os nossos bens históricos, patrimoniais e sentimentais. Estamos a comprometer o futuro dos nossos filhos e dos nossos netos.
ACORDEM! Podem vir a acordar tarde demais! Juntem-se a todos nós numa luta pela preservação da nossa qualidade de vida! Não se deixem enganar por aqueles que, de nós, só querem os impostos e os votos! Esqueçam as bandeiras politicas, levantem-se dos sofás, deixem as pantufas em casa e venham lutar connosco, até porque, de um momento para o outro, podem ficar sem a casinha onde, hoje, estão serenamente à lareira a ver as telenovelas.
BOLAS, ACORDEM!!!!!!! |
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