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    June 12

    ATAC continua na luta

    A passagem do Tgv por terras de Císter é contestada por muitos.

    Mas um grupo de cidadãos, já bem nosso conhecido pelas sessões de esclarecimento que organizam, pela bem fundamentada contestação entregue a diversas entidades, não baixa os braços.

    Bravos cidadãos que, na defesa de todas as vertentes do nosso património, não poupam esforços em pesquisas e a alertar a população para os perigos desta passagem do comboio de alta velocidade.

    Aljubarrota tem muito a agradecer a estes cidadãos.

    Mas o esforço deles não tem sido em vão: o deputado Bruno Dias, da bancada parlamentar da CDU, depois de ler a argumentação da ATAC e de ter estudado o dossier, fez questão de perceber melhor o problema.

    Contactou a ATAC que lhe respondeu a todas as dúvidas por ele levantadas

     

    e esteve no terreno onde constatou tudo o que estava a ser posto em causa a nivel de património histórico, ambiental, social, etc.

     

    perante o que viu e ouviu disse ao grupo que quando estivesse com o Ministro Mário Lino  (na semana seguinte á sua visita)lhe colocaria algumas questões, informando-o que o que aqui está é muito importante preservar.  Gosta de saber o que defende, daí ter vindo cá para os ouvir e visitar a zona tão polémica. Pediu-lhes para o irem informando do que viessem a fazer, pois, segundo ele: cabe a todo o cidadão defender o meio ambiente.
     

     

    Logo de seguida, a ATAC foi recebida pelo dignissimo bastonário da Ordem dos Advogados (e muito bem recebidos, ao contrário do que aconteceu em Alcobaça em 14 de Dezembro passado) que se mostrou sensivel aos argumentos apresentados.

    De estranhar é, no entanto, o facto de deputados do grupo parlamentar do psd terem visitado a Benedita e Turquel e terem contornado a rotunda sem passarem por Aljubarrota. Pois, por aqui não há investimentos avultados a preservar….

                                                                                                                 LD

    May 28

    posto de atedimento dos Ctt e ljubarrora 20 Maio 2008

     
    May 26

    homenagem a Luis da Graça e inauguração da estátua do Cabouqueiro

    Meus amigos
    Dado que estamos a falar de um jovem empresário de 77 anos, com uma vida repleta de histórias e benfeitorias, não nos é possivel apresentar, em tão curto espaço de tempo, a história da vida dele.
    Do mesmo modo, e porque o cabouqueiro também é vasta, vamos preparar o trabalho para divulgação posterior.
    Não queremos deixar de vos mostrar as imagens dos eventos que ocorreram no dia 25 Maio 2008 na Ataija - podem vê-las no nosso módulo de imagens.
    Obrigado pela compreensão
    LD
    May 20

    OS MEUS DIAS

    Me levanto com a Aurora,

     

    Tomo o café com a Esperânça,

     

    Vou passear com a Alegria,

     

    Para que passe assim um bom dia.

     

    Regresso a casa com Ansiedade,

     

    De ir almoçar com a Felicidade,

     

    E à tarde sair com a Paixão,

     

    Vou jantar com a Tristeza,

     

    Me deito com a Trindade,

     

    Adormeço com a Solidão,

     

    Dando assim sossego ao meu CORAÇÃO.

     

     

    ChicoDias

    11-11-06

    May 15

    Pedido de desculpas e rectificação

    Por lapso, no artigo sobre a reabertura da Associação Brites de Almeida, referi o nome de João Faustino como elemento da direcção. O nome deste homem que tanto trabalhou para que isto fosse possivel chama-se JOSÉ FAUSTINO. Aqui fica o meu pedido de desculpas e o muito obrigado dos sócios pelo seu contributo

    ALERTA

    São já inúmeros os habitantes das freguesias de Aljubarrota com queixas sobre os roubos que se têm vindo a verificar nas nossas freguesias.

    Fios eléctricos, torneiras, etc, enfim, tudo o que possa render “uns cobres com o cobre”.

    Desta vez a ladroagem elegeu a Fonte do Truil para roubar as torneiras de cobre (cerca de 8, segundo nos afirmou Amilcar Raimundo, presidente da freguesia). Não satisfeitos com o que tinham feito, “estes amigos do alheio” decidiram servir-se do próprio local para fazerem fogueiras onde separam o cobre dos restantes materiais envolvidos.

    Já me parece altura de estes jovens começarem a trabalhar e não andarem a roubar o pouco que quem trabalha consegue ir tendo nas suas fazendas e locais públicos.

    Já é com muito esforço financeiro que as juntas de freguesia (com parcos subsidios) conseguem fazer a manutenção destes espaços. Também apelo às autoridades que façam rondas em locais onde sabem que é normal eles actuarem (até porque as queixas são quase sempre nos mesmos locais)

    Posto de atendimento de Aljubarrota

    Tal como havia sido prometido pelas juntas (e por nós anunciado) o posto de atendimento dos correios foi inaugurado no piso térreo da sede das juntas, no dia 20.

    As juntas procederam a obras com o fim de disponibilizarem um espaço que permita o acesso fácil de idosos, doentes e deficientes aos serviços dos correios.O dia da inauguração também me parece muito bem escolhido: foi o dia em que se comemoravam 15 anos da elevação de Aljubarrota a vila (prometo fotos para a próxima edição

    S. João

    A comissão de festas cessante, por impossibilidade de proceder à entrega das chaves à comissão nomeada para dar seguimento aos trabalhos esta temporada, decidiu reunir com o pároco e o presidente da freguesia, no intuito de entregar a chave e tentar uma solução.

    No entanto, e porque es festas populares e religiosas não devem acabar, um grupo de festeiros da comissão cessante tomou a seu cargo a organização da próxima festa em honra de S. João, bem como se propôs a tomar conta do salão – mais uma prova de boa-vontade de alguns em prol de todos.

    Aviso

    Estão abertas as inscrições (na câmara municipal) para a participação de feirantes na Medieval de Aljubarrota, que este ano se irá realizar entre os dias 14 e 17 de Agosto.

    noticias das juntas

    A junta de freguesia de Prazeres mais uma vez decidiu apoiar eventos ,como é o caso da Trial organizada pelo A.M.A.D.O. (que também foi apoiado pela junta de S. Vicente), as  obras realizadas pela associação de Chiqueda no campo de futebol e a recuperação do moinho da Mãe D’água (Chiqueda), esta última a cargo da Associação Amigos de Chiqueda, com donativos e materiais. (Bem, isto começa a já não ser notícia, não é?  Esta junta está sempre presente em tudo o que é preciso e válido para o desenvolvimento da terra...)

    April 30

    Colectividade Brites de Almeida reabre portas

    Após ter estado algum tempo fechada, a colectividade Brites de Almeida, em Aljubarrota, abriu, de novo, as portas ao público no dia 1 de Maio.

    Talvez este dia tenha sido escolhido por ter havido um grupo de gente de trabalho que tudo fez para não deixar fechado este importante espaço de convívio.

    O salão principal foi pintado, o equipamento mudado e, até o horário de funcionamento foi alterado (passa a estar aberto das 11h ás 15h e das 17h às 23h).

    Para este horário de funcionamento foi criado um novo posto de trabalho.

    As obras de limpeza e restauro foram asseguradas pelos elementos da direcção e esposas e apoiadas por um anónimo (com a doação de 500€) e pelas duas juntas de freguesia (um balde de tinta cada uma).

    A direcção é composta pelos seguintes elementos:

    Presidente: Jaime Ferreira

    Vice-presidente: Nuno Sousa

    1º secretário: António Ângelo

    2º secretário: António Luís Pereira

    tesoureiro: João Mariano

    Na Assembleia-geral:

    Presidente: António Machado

    Vice-presidente- Vítor César

    Secretária: Emília Cordeiro

    Como vogais estão: Joaquim Carreira, José António Almeida e Nuno Patrício

    No conselho fiscal:

    Presidente João Manuel Carvalho

    Secretário: Paulo José Gomes

    Como suplentes: Cidália coelho, António Barata dos Santos, José Júlio Alves, Jorge Humberto Coelho e Ana Sofia Pascoal

     

    Será bom recordar que este grupo vai ter uma pesada missão dada a complexidade da obra a que anteriores direcções se propuseram fazer e que tem estado parada.

    Para além de desejarmos um bom trabalho a este grupo, aproveitamos para fazer aqui um apelo: aos sócios que, por qualquer motivo, se esqueceram de colocar em dia as quotas – por favor façam-no porque só com a colaboração de todos a colectividade poderá dar seguimento à obra

     

    Chiqueda

    Pessoal, já é possível circular na Rua Principal, sem andarmos a tentar encontrar um pedacinho sem buracos!

    Os nossos pobres carritos agradecem à junta de Prazeres!

    February 08

    Nova ponte sobre o Tejo CDS-PP e PSD lamentam que estudo pedido por Mário Lino ao LNEC não englobe o TGV

    O CDS-PP defende a realização de um estudo "aprofundado" do traçado do comboio de alta velocidade (TGV) depois de o ministro Mário Lino ter pedido uma avaliação comparativa sobre a nova travessia do Rio Tejo.
    Também o PSD lamenta que estudo pedido ao LNEC não englobe o TGV.

    "Seria bom que fosse feito um estudo mais aprofundado relativamente à opção do TGV", disse à agência Lusa o deputado Belo Baptista, considerando que ao mandatar o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para avaliar qual a melhor solução para a nova ponte sobre o Rio Tejo, o ministro Mário Lino "desautorizou" o primeiro-ministro.

    Belo Baptista lembrou que quando anunciou a mudança da localização do futuro aeroporto internacional de Lisboa para Alcochete, o primeiro-ministro afirmou que a opção Chelas-Barreiro se mantinha para a terceira travessia do Tejo, apesar de o estudo da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) apontar como opção a ligação Beato-Montijo.

    "O que vemos agora é o primeiro-ministro a ser desautorizado pelo despacho do ministro e uma decisão que era uma certeza transformada numa grande dúvida. Afinal o estudo (sobre a localização do aeroporto) tinha pés de barro", sublinhou.

    O deputado do CDS-PP sustenta que uma obra desta importância para o País merece um tratamento diferente, com todos os estudos em cima da mesa, acusando o Governo de "anunciar à pressa" sem preparar bem o trabalho de casa.

    PSD lamenta que estudo pedido ao LNEC não englobe o TGV

    O deputado do PSD, Jorge Costa, lamenta que a avaliação relativa à nova ponte sobre o Tejo, pedida pelo ministro Mário Lino ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil, não inclua as opções de entrada em Lisboa do comboio de alta velocidade.

    "Pena é que o estudo comparado não envolva a análise das duas alternativas (pela margem sul ou norte) sobre a mesa de chegada a Lisboa do comboio de alta velocidade (TGV)", disse Jorge Costa à Agência Lusa.

    O ministro das Obras Públicas, Mário Lino, mandatou o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para avaliar qual a melhor solução para a nova ponte sobre o rio Tejo e se esta deve ser só ferroviária ou também rodoviária.


    Publicação: 08-02-2008 07:59

    TGV: Comboio que rasga passagem é "vizinho indesejado" para moradores de Pombal e Alcobaça

     

    6 de Fevereiro de 2008, 14:54

    ** Paulo Jorge Agostinho (texto) e Paulo Novais (fotos), Agência Lusa **

    Leiria, 06 Fev (Lusa) - A futura linha do TGV entre Alenquer e Pombal é vista como uma "intrusa" e uma "vizinha indesejada" para quem passará a ter o comboio à porta das suas casas.

    Em Pombal, uma capela, uma escola, uma exploração de caulino e várias casas estão em risco. Tudo depende da linha do mapa aprovado a traçar no terreno pelos engenheiros, a qual pode afectar até o cemitério de Almagreira.

    O receio é do presidente da Junta de Freguesia de Almagreira, Fernando Matias, que, hoje, à Agência Lusa, admitiu que as movimentações de terra a fazer junto à linha irão afectar todos aqueles equipamentos.

    "Nem os mortos escapam". O desabafo é de Celeste Cordeiro, moradora em Assanha da Paz, que poderá ver a linha ferroviária de alta velocidade nas traseiras da sua casa, nos campos onde agora tem uma pequena horta.

    A linha de alta velocidade não pode ter inclinações superiores a dois graus e qualquer curva tem pelo menos cinco quilómetros de extensão, pelo que a margem de tolerância é mínima e os moradores já começam a saber disso, seja pelas Juntas de Freguesia, seja pela consulta do processo de avaliação de impacto ambiental.

    "Dizem que aqui vai haver um aterro grande que rebenta com estas casas", disse à Agência Lusa Fátima Gomes, moradora em Barros da Paz, um pouco a norte da Assanha, e que vê com apreensão a possibilidade de perder a habitação onde vive.

    "Os engenheiros já vieram aqui fazer medições, mas nunca nos disseram nada. Anda uma pessoa a gastar uma vida a fazer uma casa e agora, por causa de uns tipos de Lisboa, ficamos sem nada", afirmou Fátima Gomes, prometendo sair da vista da alta velocidade.

    "Se o comboio passar aqui, vou para longe... Não quero saber mais nada disto", assegurou, olhando desanimada para a sua casa, construída há poucos anos de onde quase dá para ver o mar.

    Para que a linha seja construída, serão feitas muitas movimentações de terras e várias obras de engenharia, um esforço que o presidente da Junta da Almagreira, Fernando Matias, considera ser "exagerado" para o retorno do novo meio de transporte.

    Mais a sul, em Alcobaça, estão contabilizadas duas dezenas de casas que serão destruídas para que se poupe no tempo gasto de comboio entre as duas maiores cidades do país.

    "Mas eu até nem costumo ir a Lisboa ou ao Porto, para que é que eu quero um TGV à porta?", perguntou Ângelo Alexandre, morador na Moita do Poço (freguesia de Turquel) que verá o comboio levar-lhe a oficina de automóveis, mas deixando-lhe a casa onde vive.

    "Sé é para tirarem, ao menos que levem tudo para eu também tirar daqui a ideia", defendeu este ex-imigrante em França em declarações à Agência Lusa, contestando a proposta de uma linha ferroviária de alta velocidade para aquela zona.

    "Se a querem construir, façam-na ao pé da auto-estrada, não aqui", acrescentou.

    Adelino Dinis não vai perder uma casa, mas sim três: aquela onde vive, a que era dos pais e uma que era de um tio.

    "É preciso pontaria". Entre um sorriso conformado e palavras de revolta, Adelino Dinis disse que vai ficar melhor do que os vizinhos, que conhece desde garoto. "Antes sair daqui do que ter esta coisa aqui ao lado e ter de viver com ela".

    Quem também não está contente com o TGV é João Felizardo, que adquiriu há poucos anos uma casa antiga e restaurou-a com "todo o carinho e mimo".

    "Tenho apartamento na Benedita mas decidi comprar isto para ir fazendo e restaurando a meu gosto. Mas agora já não sei o que fazer", lamentou este empresário de 53 anos.

    Só no portão centenário, João Felizardo gastou "milhares de euros", a que se somam as pedras de lagares compradas em aldeias e toda uma panóplia de alfaias tradicionais que transformaram a casa térrea num pequeno museu à herança cultural local. "Eu escolhi isto pelo sossego e agora vou ter um TGV à porta. Quem é que queria uma coisa destas?".

    Uns metros em direcção a Lisboa, já na freguesia vizinha da Benedita, os ânimos estão também ao rubro e os moradores prometem lutar com todas as armas contra uma linha indesejada, até porque obedece a critérios ambientais incompreensíveis para muitos.

    "Eles fazem o desvio dos morcegos em Rio Maior, mas vão destruir a Ribeira do Mogo na Chiqueda, que é uma coisa única", alertou Joaquim Sousa, morador na Charneca do Casal do Guerra, que vai ter a linha junto ao limite da sua casa.

    "Isto não faz sentido e eu ainda espero que alguém ponha a mão na consciência, porque podiam desviar a linha mil metros para o sopé da serra que não atingia ninguém", aconselhou.

    Já a sua irmã, Maria de Sousa, vê o futuro mais negro e verá a sua casa destruída pelos comboios que vão unir Portugal a Espanha e ao resto da Europa.

    Curioso é o facto do moinho que Maria Sousa restaurou ser uma das peças a preservar pelos técnicos da Rede de Alta Velocidade (RAVE), que definiram o corredor, enquanto a casa onde vive será destruída.

    "Nunca ninguém me deu dinheiro para arranjar o moinho. E agora é ele que fica e eu é que tenho que me ir embora", afirmou, desiludida.

    Perante a posição, aparentemente irredutível, dos técnicos, o seu sobrinho, Luís Sousa, dá uma receita que, acredita, até pode dar resultado: "Vamos todos de comprar moinhos velhos e encostá-los às nossas casas. Pode ser que, assim, elas se salvem".

    Lusa/Fim

    January 31

    Petição Colectiva - TGV (LISBOA-PORTO???)- A Oeste da Serra dos Candeeiros, NÃO!

    A petição que abaixo segue poderá ser assinada nas juntas de freguesia de Prazeres de Aljubarrota, S. Vicente de Aljubarrota, Alpedriz, Cós, Évora de Alcobaça, Benedita, Pataias e Turquel, bem como em colectividades e cafés das mesmas zonas.



    A luta contra a passagem do Tgv e os enormes prejuizos sociais, patrimoniais, históricos e ambientais é de todos nós e até dos concelhos vizinhos.

    Amigos de Alcobaça:
    Não fiquem de braços cruzados! A voz do povo tem muita força, quando unido por causas justas e quando devidamente fundamentados os argumentos dessa luta.

    esqueçam bandeiras politicas - a luta é de todos e, TODOS JUNTOS VAMOS MOSTRAR O NOSSO NÃO AO TERRAMOTO TGV!

    PETIÇÃO

    EXMº SR PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA
    REPÚBLICA


    os cidadãos Portugueses, abaixo assinados, sendo o primeiro subscritor Paulo Jorge Marques inácio, casado, residente na Rua das sobreiras nº 2 _Casal Jorge Dias, freguesia da Cela, Concelho de Alcobaça, titular do B.I. 8056107 de 19/07/2004 do Arquivo de Lisboa, vem nos termos do disposto no artº 52 da CRP e da Lei nº 43/90, publicada no Diário da República I Série nº 184 de 10 de Agosto de 1990 com as alterações introduzidas pelas Leis nºs 6/93, 15/2003 e 45/2007, publicadas respectivamente nos Diários da República I Série A nº 50 de 1 de Março de 1993, nº 129 de 4 de Junho de 2003 e nº 163 de 24 de Agosto de 2007, apresentar à ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA a seguinte:

    PETIÇÃO COLECTIVA
    TGV (LISBOA-PORTO???) A OESTE DA SERRA DOS CANDEEIROS, NÃO
    NOS SEGUINTES TERMOS E FUNDAMENTOS
    os cidadãos portugueses subscritores são essencialmente residentes no Concelho de Alcobaça e em particular nas seguintes freguesias: Prazeres de Aljubarrota, São Vicente de Aljubarrota, Alpedriz, Benedita, Cós, Évora de Alcobaça, Pataias e Turquel.
    Através da empresa pública RAVE - Rede Ferroviária de Alta Velocidade, SA, encontra-se prevista a passagem do projecto ferroviário de alta velocidade, vulgarmente designado por "TGV", no Concelho de Alcobaça, mais especificamente nas freguesias acima referidas.
    A concretizar-se a aludida passagem, esta causará gravissimas consequências na qualidade de vida dos Alcobacenses, impactos ambientais e urbanisticos nefastos e irreparáveis.
    Aliás, entre outras, são preocupações da declaração de impacto ambiental do projecto de ligação ferroviária de alta velocidade entre Lisboa e Porto, Lote C1 - troço Alenquer (OTA) - Pombal, as implicações ambientais no Património Geológico, no Parque Natural de Serra de Aires e Candeeiros, no sistema do Vale da Ribeira do Mogo (em via de classificação como paisagem protegida pela CMA), no campo de dolinas na Lagoa do Cão bem como nas depressões da Ataíja, nos recursos hidricos, na ecologia da fauna e da flora, no ruído na paisagem e no ordenamento do território destas populações.
    De igual modo, a passagem do TGV no Concelho de Alcobaça, influenciará, condicionando drásticamente, a qualidade de vida das populaçõesjá que, inúmeras habitações e empresas terão de ser demolidas, bem como outras terão de subsistir junto a uma linha de alta velocidade, que desvalorizará de forma acentuada os terrenos e habitações.
    As populações em causa, ao contrário de outras, não beneficiaram directamente da rede rodoviária (A1) e já foram oneradas penosamente, em nome do bem comum, com linhas de alta tensão e eplo Gasoduto, o que implica enormes constrangimentos ao seu desenvolvimento.
    impor-lhes mais um sacrifício, com esta dimensão "por força do bem Nacional" determina definitivamente uma barreira intransponível que aniquila o ambiente, divide físicamente populações, famílias e o livre acesso às propriedades.
    Nenhum interesse nacional legitima tamanha e cumulativa injustiça que destói a "alma" das Freguesias afectadas, sendo que é um dos eixos mais populosos do Concelho de Alcobaça, modificando a sua essência e a relação sentimental destas com o seu habitat natural.
    Afectará a história, a cultura e a vida das gerações que, legaram ao presente um futuro, agora posto insensatamente em causa.
    A manter-se o traçado projectado a Oeste da Serra dos Candeeiros, toda esta zona será devassada, amputada na sua coesão e coerência territorial e humana, destruindo a relação entre a Serra e o Homem. Está também colocada em causa a área com maior relevo e potencial industrial e comercial do Distrito de Leiria.
    Os subscritores peticionantes não se conformam com este traçado, nomeadamente porque até hoje ainda não foi cabalmente explicado pela RAVE o cancelamento do estudo do Lote C2 (em 23/6/2004) que previa a passagem do TGV a Este da Serra dos candeeiros.
    Efectivamente, também a mudança de localização do aeroporto internacional para Alcochete reforça a necessidade de se efectuar o estudo inicialmente previsto pela RAVE para a passagem do TGV a Este da Serra dos Candeeiros - denominado pelo Lote C2. Consideramos que a nova localização Aeroportuária, determina necessáriamente a exiquidade deste traçado que permtirá a redução do tempo de viagem, com menores custos económicos e ambientais.
    O traçado (Lisboa-Porto) a Este da Serra dos Candeeiros, terá maior racionalidade, não só por força da decisão da localização do novo aeroporto, mas também pela menor densidade populacional bem como da aproximação da eventual Estação (Leiria) a um dos maiores pólos de atracção turística do país (Fátima): Penalizar, mais uma vez, uma zona de superior densidade populacional e não aproveitar o fluxo do turismo religioso é inaceitável.
    As Populações do Concelho de Alcobaça há muito que reivindicam a modernização da linha do Oeste. Os susbscritores entendem que essa é uma necessidade ferroviária premente, em detrimento de uma rede ferroviária de alta velocidade que não serve as necessidades das Populações de Alcobaça e do Oeste, e que somente causam impacto negativo na sua qualidade de vida.
    Para além do mais os subscritores têm seríssimas reservas da efectiva necessidade da Ligação do TGV - Lisboa - Porto, solicitando à Assembleia da República que discuta e intervenha no sentido de se apurar se a relação custo/benefício é adequada à realidade Nacional.
    Questionamos se um reduzido ganho temporal inter-cidades, legítima os custos e as consequências no contexto do ordenamento do território.
    Assim, ao abrigo do artigo 52.º da Constituição da República Portuguesa e nos termos da Lei 43/90, de 10 de Agosto, vêm os subscritores apresentar a Vª exª a presente petição, solicitando a intervenção da Assembleia da República de forma a discutir e tomar as medidas necessárias no sentido do traçado de alta velocidade (Lisboa - Porto "TGV") passar a Este da Serra dos Candeeiros, tomando-se em consideração o traçado alternativo Lote C2 já equacionado pelos serviços da "RAVE" que inoportunamente foi cancelado por esta empresa.
    No mais que discuta e analise profundamente a efectiva necessidade da Ligação Lisboa - Porto em Alta velocidade ferroviária "TGV", verificando-se a relação custo/benefício de tão avultado projecto na sua vertente económica, ambiental, ordenamento territorial e qualidade de vida humana.
    Alcobaça, 28 de Janeiro de 2008
    O primeiro subscritor, Paulo Jorge Marques Inácio
    Nota: - Desta petição são suscritores ----------------cidadãos

    January 28

    ATAC- sempre na defesa de Aljubarrota

     

    Foi com imenso prazer que conheci as pessoas que integram o Amigos da Terra por Amor à Camisola.
    Gente que não ambiciona mais do que a preservação da história, ambiente, qualidades naturais e qualidade de vida nas nossas freguesias.
    Anti-tgv por terras cisterciences, estes homens e mulheres apenas querem continuar a viver em paz e com a qualidade de vida que Alcobaça, até aqui, vem proporcionando.
    Tive o prazer de fazer parte deste movimento e, apenas deixei de o fazer por indisponibilidade de tempo. No entanto, continuo a acompanhar e a apoiar esta luta que deve ser de todos nós.
    Uma outra razão para não permanecer neste movimento é, exactamente, o facto de eu gostar de dizer, junto das populações, o que sinto e o que vejo que está mal (denunciando, se for caso disso, os aproveitamentos politicos de determinados autarcas e pretensos futuros autarcas sobre esta causa popular) e não querer, com isto, fazer passar a ideia (descabida e infundada) de que a opinião seria de todos - não é!
    Tudo o que foi escrito e combatido neste blog, é única e simplesmente, da minha autoria e responsabilidade!
    No entanto, e como acima disse, continuo a defender a posição da ATAC e a divulgar as medidas que tomam em defesa do NÃO ao TGV em ALCOBAÇA.
    é por isso que aqui fica a divulgação de mais uma sessão de esclarecimento:

    Sessão de Esclarecimento Ambiental

    TGV no concelho de Alcobaça

    Dia 9/2/08 – 15 horas e 30 m

    No salão de Ataíja de Baixo.

    Temas a abordar:

    Os nossos solos, aquíferos, fauna, flora, arqueologia, antropologia, história, entre outros.

    Vão estar presentes:

    ADEPA : Associação para Defesa e Valorização do Património Cultural Arqueológico da Região de Alcobaça.

    SILEX : Associação de Defesa e Requalificação o do Vale da Ribeira do Mogo

    Eng. Ambiental :

    Eng. Florestal :

    Espeleólogo :

    Professor de história:

    OIKOS : Associação de Defesa do Ambiente

    QUERCUS: Associação Natural da Conservação da Natureza

    PNSAC : Parque Natural da Serra de Aires e Candeeiros

    "Gostaríamos que as Escolas estivessem presentes, a fim de usufruir dos conhecimentos destes especialistas, para que juntos possamos respeitar o ambiente que nos cerca.

    A Natureza é de todos nós. Cabe a ti, a mim e a todos respeitá-la ".

    Esta reunião é organizada pelo Grupo A.T.AC. – (Amigos da Terra por Amor á Camisola) a fim de esclarecer toda a população do concelho de Alcobaça sobre o problema da passagem do TGV e elaborar a sua Petição para a Assembleia da República.

    January 16

    Alcobaça - terra de paixão - para quem?

    Começo por pedir desculpas a todos os amigos e visitantes dos meus blogs por esta minha ausência.

    Esta deve-se, em grande parte, a compromissos profissionais e, também, confesso, a uma grande desilusão pela apatia que o povo demonstra face ao modo como o nosso concelho vem sendo governado.

    Eu não sei se  a maior parte da população está desatenta, apática ou apenas desiludida com os aproveitamentos políticos que vão sendo feitos em torno de problemas muito sérios para o nosso concelho e, até mesmo, para toda a região oeste.

    Apenas sei que tudo é permitido, que se vão batendo com as portas a determinadas negociações, que a ditadura, a censura e a falta de educação se instalaram aos mais altos níveis políticos e autárquicos nesta zona e que as pessoas só se movem por interesses pessoais.

    Muitos podem achar que isto é pura má língua, mas não é!:

    • Temos um vereador da oposição que diz que temos de deixar governar em paz os que foram eleitos para depois os podermos criticar. – isto é uma nova forma de fazer oposição ou não lhe resta tempo para fazer um papel de oposição decente após ter lido todos os jornais durante as sessões?
    • Temos um senhor (que ainda não percebemos se é presidente ou porta-voz do movimento anti- tgv de Alcobaça, de Alcobaça ou exclusivamente da Benedita?) que esteve calminho até à decisão do estudo de impacto ambiental e que, agora, que estamos numa de aproveitamento politico, aparece com ares de quem sempre esteve na linha da frente a defender o concelho. -  Dele, vai-se preparando a imagem para a sua ascensão politica.  Puro interesse pessoal!è pena que, só agora, venha com um discurso sobre o que realmente vai ser afectado pela passagem do tgv. E, pior, se realmente este movimento visa ser o movimento anti-tgv de Alcobaça, então, o que se passa? O tgv passa pela Benedita, chega a Turquel e volta para trás? Vai dar a volta nalguma rotunda que não conhecemos? Então não passa por Aljubarrota? Onde está a defesa de Aljubarrota para este movimento que parece só ter porta-voz e que só agora parece ter voz?
    • E onde anda o presidente da junta de Turquel? Porque esteve calado quando deveria ter estado ao lado do povo na marcha lenta organizada pelo movimento ATAC? Bom, decerto deveria estar muito ocupado com a trial de Alcobaça, será? E terá participado neste evento? Com que jeep, se o que ele usa é de todos nós que pagamos impostos?Será porque conhece bem as negociações que possam estar a ser feitas nas costas dos cidadãos? Isto terá a ver com um terreno de Turquel que é atravessado pelo tgv e que todos sabem a quem pertence? Será que este grande presidente se esqueceu do juramento que diz ter feito à bandeira nacional e da lealdade para com quem o elegeu? De facto, há alturas na vida em que determinadas pessoas conseguem esquecer muita coisa e que os faz esquecer promessas, até mesmo as de NUNCA VENDEREM AS SUAS FREGUESIAS.
    • Temos um vereador que faz promessas e que, depois, porque o seu traseiro está em riscos de arder, chama mentirosos aos cidadãos a quem fez promessas! E isso faz-me recordar um pecado que cometi – eu também prometi votar neles nas própximas eleições– estou na moda! – tal como este vereador, eu também estou, neste caso, a mentir! Chiça, nestes é que eu não votava mesmo, mas também o meu voto não é importante porque eu não sou nem de Pataias, nem de S. Martinho e nem mesmo da Benedita ( e só estes votos contam!) – eu sou apenas daquela freguesia, lá muito esuqecida de Alcobaça e que só vai voltar a ter importância se houver uma nova batalha ou se realmente se descobrir petróleo.
    • E depois, temos um presidente que goza com os deputados da oposição, diz as maiores bacoradas (já passou à frente do Bush!), que quando não gosta do que dizem sobre ele chama essas pessoas de MOSQUITOS  e diz para uma cidadã : A SENHORA NÃO FALA COMIGO PORQUE EU NÂO QUERO, e que bate com a porta à RAVE durante as negociações para, agora, vir para a praça pública dar ares de grande vitima e dizer: “eles não cumpriram a promessa de nos consultar primeiro” – estará a gozar-nos ou isto é apenas um caso de demência politica?
    • E temos uma comunicação social que apenas faz o que a caneta laranja da censura lhes permite, senão vejamos:

     

    Quem teve a ideia de colocar pendões com as casas, terras e vilas de Alcobaça á venda por causa da passagem do tgv? – foi a ATAC!

    Quem promoveu sessões de esclarecimento sobre os problemas deste rasgar do concelho? – Foi a ATAC!

    Quem teve a ideia de se fazer uma petição a ser entregue no parlamento sobre este assunto? – Foi a ATAC!

    Quem tem feito esforços para contactar especialistas em diversas áreas (história, comunicações, ambiente, espeleologia, arqueologia, sociologia, etc) para elucidar a população? – Foi a ATAC!

     

    E quem aparece na comunicação social como sendo o pai da contestação? – o porta-voz de um movimento que se diz anti-tgv de Alcobaça.

     

    Epa, eu acho que já vi este filme antes – só passa para a comunicação social o que der jeito aos governantes e aos que pretendem vir a sê-lo, um dia…

     

     

     

    Vou lançar-vos um passatempo – adivinhem quem são as seguintes personagens do nosso TEATRO POLITICO:

    1.      Há um presidente de junta que ambiciona ser o nº 2 da câmara municipal

    2.      há uma cavalheiro que pretende protagonismo para, nas próximas eleições puxar o tapete ao sapinho

    3.      há um outro senhor que vai lendo as noticias nos jornais, talvez para saber mais sobre o Brasil e sobre a necessidade de voltar a ir dar uma volta com a sua mala de cartão

    4.      há um outro que ambiciona ficar com o lugar que,  hoje, é daquele que quer puxar o tapete do sapo

    5.      e ainda há o outro que por ser vice-qualquer coisa também ambiciona o lugar do sapo

     

    Todo este texto é única exclusivamente, não só da minha autoria como também da minha responsabilidade

    December 03

    IMPORTANTE - LEIAM E DIVULGUEM!

    Foi convocada pelos membros do grupo A.T.A.C. (Amigos da Terra por Amor à Camisola), todos eles residentes nas freguesias de Prazeres e S. Vicente de Aljubarrota, a seguinte MANIFESTAÇÃO:
    Vai realizar-se no próximo dia 7/12/2007 (sexta-feira) pelas 18h30m uma manifestação de Automóveis em Marcha Lenta.
    Esta manifestação juntar-se-á no largo do campo de futebol de S. Vicente de Aljubarrota, que fica em frente à pastelaria “PADEIRINHA”.
    O início é às 18h30m de onde seguirá em marcha lenta de automóveis em direcção aos Paços do Concelho, onde seremos recebidos pelo nosso presidente de Câmara, Dr. Gonçalves Sapinho, pelo presidente da ADEPA (Associação ambiental) e pelo engenheiro do ambiente Valdemar Rodrigues.
    Nesta data e à mesma hora (18h30m) sairá outra concentração do Restaurante “O ALCIDES” (termo de Évora) conhecido também como Moleanos de Évora, junto ao IC2, freguesia de Évora em frente à recauchutagem do sr Manuel Paulino.
    Seguirá pelo IC2 e vira em Casais de Sta Teresa, seguindo pelo Vale Vazão, Mogo, Olheiros, Aljubarrota, em direcção á Câmara Municipal de Alcobaça.
    Esta manifestação será de todas as freguesias atingidas e da população do concelho de Alcobaça em geral.
    VAMOS MOSTRAR DE NOVO A NOSSA FORÇA E REPÚDIO CONTRA A TENTATIVA DE PASSAGEM DO TGV NO CONCELHO DE ALCOBAÇA.
    Vamos defender o nosso meio ambiente, o nosso património arqueológico e histórico, as nossas habitações, a nossa paz, a nossa qualidade de vida e as nossas gentes…
    Não fique em casa, junte-se a nós nesta luta que também é sua.
    Se não tem veiculo, vá no do vizinho, venha no nosso ou fale com o seu presidente de junta.
    Todos juntos arranjaremos meio de transporte para todos.
    Contactos das juntas:
    Èvora: 262509418
    Prazeres: 262507113
    S. Vicente: 262507300

    December 02

    ACORDEM E LUTEM!

    Há momentos em que eu adorava ser um belo sino de igreja. Sabem porquê? Para tocar até cansar e acordar as gentes de Alcobaça.

    Será que estão todos egoistamente a pensar nas suas vidinhas, nas telenovelas e no futebol que não abrem os olhos para o que, de facto, é importante para preservar o nosso passado deixando-o intacto para o futuro?

    Já se deram ao trabalho de pensar que o TGV só vai servir os grandes interesses económicos e não as populações?

    E já pensaram porque é que Portugal passa a vida a curvar-se aos interesses de Espanha?

    E porque é, de cada vez que há uma questão importante para resolver, em Alcobaça, se arranjar logo uma feira, uma festa, ou qualquer outro evento para desviar as atenções dos que vão ser lesados?

     

    ACORDEM!

    Estão a ser seriamente comprometidos os nossos bens históricos, patrimoniais e sentimentais.

    Estamos a comprometer o futuro dos nossos filhos e dos nossos netos.

     

    ACORDEM!

    Podem vir a acordar tarde demais! Juntem-se a todos nós numa luta pela preservação da nossa qualidade de vida!

    Não se deixem enganar por aqueles que, de nós, só querem os impostos e os votos!

    Esqueçam as bandeiras politicas, levantem-se dos sofás, deixem as pantufas em casa e venham lutar connosco, até porque, de um momento para o outro, podem ficar sem a casinha onde, hoje, estão serenamente à lareira a ver as telenovelas.

     

    BOLAS, ACORDEM!!!!!!!